Pular para o conteúdo principal

Pense em Jesus




O que o Senhor Jesus quis dizer com esta palavra: "Tome cada dia a sua cruz e me siga"?
A vida cristã foi a melhor decisão que tomamos, porém não é somente um mar de rosas. Se Jesus que é Deus sofreu, nós temos que fazer a nossa parte, e se houver necessidade temos que sofrer, por amor ao Evangelho de Cristo.

Renúncia: Antes de aceitarmos a Cristo vivíamos em pecado, mas Deus nos colocou em um processo de libertação, longe do "mundo", onde reina Satanás (como diz a Bíblia, o mundo jaz no maligno). Desta forma não vivemos mais em nós mesmos, mas sim Jesus que vive em nós.
O velho homem foi deixado para trás, e o novo renasceu. As coisas velhas já se passaram, eis que tudo se fez novo. Portanto, se quiser viver em santidade, em comunhão e intimidade com Deus, temos que obedecer aos mandamentos do Senhor, orar, jejuar e, principalmente renunciarmos tudo aquilo que nos impede de servirmos e fazrmos a obra de Deus. Se algo estiver atrapalhando a sua vida na presença de Deus, renuncie, seja uma profissão, um relacionamento fora da vontade de Deus e etc.

Negar-se: A partir do momento em que nos negamos. Cristo passa a viver em nós, como foi dito no início desta mensagem. Assim temos que abandonar todo o medo, toda falta de confiança e de fé, para que Deus nos guie e abra os nossos olhos para seguirmos a melhor direção. Não foi o que aconteceu com Pedro, que não negou-se e deixou com que o medo da morte tomasse conta de seu interior, e desta forma ele não enfrentou tudo por amor a Jesus. Em vez de negar-se, Pedro negou a Jesus.

Servir: Temos que adorar a Deus em espírito e em verdade, servindo-o. Mas não somos somente servos, somos filhos de Deus.

Que a paz do nosso Senhor Jesus esteja com você!

Franciele Dias

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA (LC 15:8-10)

Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. A Dracma referida na parábola era uma moeda de prata que naquele período equivalia ao pagamento de  um dia de trabalho, assim como também era usada para enfeitar colares artesanais para noivas. O colar com 10 dracmas significava uma aliança, com o qual o noivo presenteava sua noiva selando  um compromisso de casamento. Assim, a noiva deveria cuidar bem do colar em demonstração de confiança e fidelidade. Perder dracmas do colar implicava em maus julgamentos por parte do noivo e até rompimento da relação. A parábola da Dracma Perdida (Lc 15,8-10) precisa ser lida à luz das outras duas:  a da Ovelha perdida (L...

De quem era a coroa de espinhos?

Coroas sempre foram um sinal de autoridade e realeza. O rei Charles o Grande tinha uma coroa octogonal. Cada um dos oito lados era uma plaqueta de ouro. Cada plaqueta era revestida de esmeraldas e pérolas. O rei Ricardo Coração de Leão, Rei da Inglaterra tinha uma coroa tão pesada que precisava de dois homens para segurar na sua cabeça. A rainha Elizabete tem uma coroa que vale $20 milhões. Mas, junte todas estas coroas e elas não valem um tostão em comparação às coroas que Cristo tem. Apocalipse 19:12 diz que ele tem "muitos diademas". Ele tem a coroa da justiça. Ele possui a coroa da glória. Ele tem a coroa da vida. Ele usa uma coroa de paz e de poder. Mas, de todas as coroas que Jesus possui, uma é a mais querida de todas. Esta coroa não foi fabricada de ouro nem prata. Ela não é coberta de jóias. Esta coroa não foi formada pelas mãos de um mestre artesão. Esta coroa foi formada depressa, pelas mãos rudes de um soldado Romano. Esta coroa não foi colocada na ...

A fábula do Porco-Espinho...

Durante um inverno intenso muitos animais morriam por causa do frio. No ímpeto de sobreviver vários animais resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente do rigoroso inverno, mas haviam os porcos-espinhos, que não estavam conseguindo se aquecer ,os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, mas então precisaram fazer uma escolha: ou desapareceriam ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram... Moral da História: O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades. "Suportando-vos ...